sexta-feira, 28 de novembro de 2008

«Crédito fechado em copas»



O título é de um artigo do JN, no qual se fala de mais maroscas dos bancos. Para quem não sabe (eu não sabia) existe um tipo de crédito de "garantia mútua". Trata-se de um crédito para estudantes (e PME's) no qual a taxa de juro é no máximo de 1% e o estado é o fiador. O artigo fala-nos de vários alunos que procuraram crédito em vários bancos que tinham esta modalidade disponível… mas não a encontravam.
O que acontece? Os mesmos bancos que amistosamente assinaram contratos para este tipo de crédito possuem outras modalidades de crédito (com taxas de juro entre 6% e 10%). Curiosamente, esses créditos apareciam naturalmente nas simulações, ao passo que o crédito de "garantia mútua" tinha de ser especificamente pedido.
Deixo portanto aqui o aviso a todos os estudantes (e PME's): peçam especificamente o crédito de garantia mútua quando visitarem bancos, pois é o que fornece melhores condições.

Carros Voadores

O Pentágono deu luz verde a um projecto de criação de um veículo de «dois ou quatro passageiros» capaz de «deslocar-se em estradas e levantar voo como um helicóptero» (fonte: DARPA Solicitation Topics).
O projecto tem como objectivo criar um veículo que permita às tropas mover-se rapidamente dentro de uma cidade, sendo assim possível entrar em zonas apertadas nas quais um helicóptero seria incapaz.

Talvez já alguém tenha conseguido o mesmo. Aqui está um avião que anda na estrada. Chama-se Terrafugia a empresa que o está a desenvolver e que espera entregar o primeiro modelo a um cliente no final de 2009.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Estudo: Consumidor português é cada vez mais infiel

O comportamento dos consumidores está a mudar:

A TNS Worldpanel apresentou um estudo que, «com base numa amostra de 2500 famílias que revelou que o consumidor português é cada vez mais infiel às insígnias e às marcas.», diz-nos Sofia Pires, da revista Meios e Publicidade.

No mesmo artigo ficamos a saber que «de acordo com Patrícia Beber, "o paradigma de consumo dos portugueses está a mudar" pois "há um ano as pessoas procuravam economizar tempo e faziam as suas compras todas na mesma insígnia e agora gastam tempo em procurar qual é a insígnia que lhe oferece mais vantagem em determinado produto"».

Ou seja, as pessoas estão a começar a perder o interesse na marca e a virar-se mais para a razão qualidade/preço dos produtos.

«O estudo concluí que o orçamento dos portugueses é cada vez mais dedicado à alimentação [...] ao mesmo tempo, estão a cortar em actividades de lazer e na restauração [...] e a apostar mais em momentos de consumo caseiro.»

Portanto as pessoas estão a ficar mais por casa, o que significa que devemos observar uma diminuição em gastos de combustível e um possível aumento no consumo de energia nas casas (além do esperado por estarmos a caminhar para o Inverno).

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Como é que as Marcas Oficiais conseguem os valores elevados pelas retomas?

Já devem ter reparado naquelas ofertas fantásticas que as marcas oficiais andam a apregoar. Na minha opinião, é muito importante perceber como é que essas campanhas funcionam, pois parece impossível como é que de um momento para outro, um carro usado que numa situação normal, não valeria dinheiro nenhum agora podem valer até 5000€.

É certo que estes valores variam em função do modelo que vão comprar. Por exemplo, se forem comprar um modelo de classe económica, o valor atribuído à retoma é 3000€, mas se for um veiculo de classe familiar, o valor será então de 5000€. Noutras marcas, estes valores estão consignados só a determinados modelos.

As marcas oficiais chegam a estes valores da seguinte forma: em primeiro utilizam o incentivo fiscal, depois todo o desconto que está previsto para os diversos modelos é diluído sob a forma de super avaliação da retoma sem que o cliente esteja consciente disso. Depois algumas marcas condicionam este negócio quanto à forma de pagamento, isto é, só praticam estas condições, caso o cliente efectue o pagamento da viatura nova, na modalidade de crédito automóvel. E é aqui que algumas marcas vão também buscar algumas mais valias, como são caso disso as comissões de financiamento. Para terminar, as marcas vão também conseguir algum valor acrescentado na componente financeira através do Rapel sob o volume de vendas.

Nem tudo é mau, porque se realmente está a pensar a comprar um carro novo e tem uma viatura nas condições já explicadas, então devem aproveitar. O que na minha opinião está mal, é de certa forma obrigar o consumidor a comprar carros novos, quando existem milhares de carro usados (semi-novos), com um ano de uso e em alguns casos nem um ano, com muito poucos km e garantia de fábrica, e, que por não gozarem do mesmo beneficio fiscal, já não podem ser considerados pelos consumidores como uma boa oportunidade de mercado.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O que os bombeiros fazem quando estão aborrecidos...

Estes tipos lembraram-se de levantar um carro com àgua.

Depois (de ver o vídeo) ocorreu-me:

As pessoas vêm este vídeo e pensam «ah e tal, que giro», mas não deixa de ser um bocado irónico que, a julgar pelo estado das calotes polares, não há-de demorar muito a haver carros levados pela água.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Carro movido a... ar


Sintam só esta maravilha tecnológica: um carro movido a ar. Talvez não, afinal ele também usa uma mistura de combustíveis fósseis. Mas pelo menos é um "carrito" de baixo consumo que conseguirá aguentar o dia todo porque, de acordo com a nossa fonte, ele consegue 106mpg* (o dobro do Prius*).

Mas não vale a pena correr já para os stands, porque (além de ser só nos EUA) este carro ainda não está disponível. Só em 2010, por uns módicos 20000$ (15.868€).

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Sabem o que é o sistema KERS?



O sistema KERS é uma espécie de motor, cujo o peso se situa nos trinta Kg. Recebe parte da energia (70%) libertada pelos F1 durante as travagens e emitida sob a forma de energia de calor dissipado. Este sistema, armazena 400 Kj, (Kilojoules - unidade que mede a energia), valor máximo consentido pela FIA, permitindo depois libertar quando o carro está em aceleração, cerca de 80 cv de potência durante um período de apenas 6,7 segundos, em conformidade com os regulamentos.



Depois de devidamente desenvolvido, o que só deverá acontecer depois do termo do Mundial de Formula 1 de 2009, este sistema irá ser aplicado aos veículos do dia a dia.
Será que este sistema irá influenciar positivamente na redução dos consumos e nas emissões de gases poluentes?

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